O futuro da resolução de conflitos

A realidade dos tribunais online chegou ao Brasil e parece ser um caminho sem volta.

 

Resolver conflitos de forma digital era algo que, cedo ou tarde, aconteceria no país, porém, com a pandemia do coronavírus, esse processo não pode mais esperar e mudou totalmente o curso desse planejamento. Os tribunais fecharam as portas e, em pouco tempo, alguns deles já estavam implementando a resolução de disputas online.

 

O principal objetivo dessa implementação foi manter os serviços essenciais em funcionamento, de forma econômica e conveniente aos cidadãos. Porém, alguns tribunais ainda estão resistentes em relação à tecnologia, preocupados com a segurança da informação, desconfiando que audiências online e assinaturas eletrônicas possam acontecer de forma eficiente.

O que amenizou um pouco esse receio foi a existência de diversas startups e lawtechs, que têm como objetivo prevenir e resolver conflitos, evitando processos judiciais. Isso acompanha a agilidade do mundo moderno e traz benefícios para os advogados, empresas e cidadãos, que buscam uma duração razoável dos processos. Ou seja, a ideia dessas lawtechs é democratizar os métodos de solução de conflitos e a existência delas acabou trazendo um pouco mais de confiança aos tribunais.

 

Porém, esse é um desafio que ainda enfrentaremos por um tempo, para transformar o sistema judiciário como um todo, a fim de que seja mais digitalizado. Precisaremos redesenhar sistemas e formas de trabalho muito tradicionais e enraizadas nos profissionais desse mercado.

 

O fato é que é preciso inovar, se adequar a realidade atual. Resolver conflitos precisa ser mais simples, assim como é pedir um Uber, reservar uma acomodação ou assistir qualquer conteúdo via streaming. A tecnologia precisa ser usada a favor de todos e essa pandemia escancarou isso.

 

A torcida é para que essa digitalização tenha chegado para ficar!

O que falta para você se tornar um TaxLaber?